terça-feira, 29 de março de 2016

PRINCIPAIS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO BRASIL

 

Bacia Hidrográfica: também conhecida como bacia de drenagem, consiste em uma porção da superfície terrestre drenada por um rio principal, seus afluentes e subafluentes. O Brasil, em virtude de sua grande extensão territorial, apresenta 12 grandes bacias hidrográficas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), que são os órgãos nacionais responsáveis pelo planejamento ambiental e o uso racional da água. Essas bacias de drenagem são delimitadas pela topografia do terreno. Confira as características de cada uma:

Bacia Hidrográfica Amazônica: com sete milhões de quilômetros quadrados, essa é a maior bacia hidrográfica do mundo. No Brasil, ela compreende uma área de 3.870.000 km², estando presente nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Pará.

Características da Bacia Amazônica 
 A Bacia Amazônica é a maior bacia hidrográfica do mundo com 7,05 milhões de quilômetros quadrados. Deste total, aproximadamente 4 milhões de km2 estão em território brasileiro (região norte). Ela também esta presente nos territórios da Bolívia, Peru, Venezuela e Colômbia.

A Bacia Amazônica começa no território peruano como o rio Vilcanota. Este rio, ao entrar em território brasileiro, ganha o nome de Solimões. Ao encontrar-se com o rio Negro, recebe o nome de Amazonas.

A Bacia Amazônica possui comunicação com a Bacia do Orinoco, através do Canal do Cassiquare. Tendo o rio Amazonas como a espinha dorsal da bacia, ela conta com grande quantidade de afluentes e canais, criados pelo processo de cheia e vazante.

Um outro destaque desta Bacia Hidrográfica é a grande quantidade de rios navegais. No total, cerca de 22 mil quilômetros de rios recebem embarcações, facilitando o transporte de pessoas e mercadorias na região. A hidrovia do rio Madeira, inaugurada em 1997, possibilita o transportem principalmente de gêneros agrícolas, entre Porto Velho e Itacoatiara.


Principais rios da Bacia Amazônica:
 - Rio Amazonas, Rio Negro, Rio Solimões, Rio Xingu, Rio Madeira, Rio Tocantins, Rio Japurá, Rio Juruá, Rio Purus, Rio Tapajós, Rio Branco, Rio Jari, Rio Trombetas.

Bacia Hidrográfica do Tocantins-Araguaia: é a maior bacia de drenagem exclusivamente brasileira (767.059 quilômetros quadrados). Os principais rios são o Tocantins, que nasce em Goiás e desemboca na foz do rio Amazonas; e o rio Araguaia, que nasce na divisa de Goiás com Mato Grosso e se junta ao rio Tocantins na porção norte do estado do Tocantins.

Localização
 — A bacia hidrográfica do Araguaia-Tocantins está localizada na região centro-norte do território do Brasil. Estende-se pelos territórios dos estados de Goiás, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Tocantins. É composta, principalmente, pelo rio Tocantins e seu principal afluente, o rio Araguaia.

Principais características da bacia do Araguaia-Tocantins
 - Esta bacia hidrográfica drena cerca de 10% do território do Brasil.
 - Os principais rios desta bacia hidrográfica possuem nascente nos divisores do Planalto Central.
 - Ocupa uma área de, aproximadamente, 967 mil km².
 - Apresenta como principais biomas a Amazônia (norte) e Cerrado (sul).

Principais rios e afluentes
 - Rio Tocantins – seus principais afluentes são o rio das Almas, rio Cana Brava, Rio Santa Clara, rio dos Patos, rio Uru, rio Tocantinzinho, rio Sono, rio Cacau, rio Mupi e rio Barra Grande.
 - Rio Araguaia – seus principais afluentes são o rio Claro, rio Cristalino, rio Caiapó e rio Crixá-Açu.

Principais usinas hidrelétricas
 - Usina Hidrelétrica de Tucuruí – localizada no rio Tocantins é uma das mais importantes do Brasil. Possui capacidade geradora instalada de 8.370 MW.
 - Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães – localizada no rio Tocantins, possui capacidade geradora instalada de 900 MW.

Importância econômica para a região
 Como boa parte do rio Tocantins é navegável, ele serve como importante via de transporte fluvial para produtos, principalmente a soja, produzida em grande quantidade na região central do país.

A energia gerada na Usina de Tucuruí, além de abastecer grande parte das cidades da região centro-norte do Brasil é usada pelas empresas exploradoras de minérios, principalmente instaladas na serra dos Carajás (Pará).


Principais problemas ambientais
 A região desta bacia hidrográfica vem sofrendo problemas ambientais gerados pela exploração mineral e aumento das atividades agrícolas. Enquanto a primeira atividade econômica é responsável pelo aumento da poluição de rios, a segunda tem ocasionado aumento no desflorestamento voltado para a ampliação de áreas agricultáveis.  


Bacia Hidrográfica do São Francisco: com aproximadamente 640 mil quilômetros quadrados, essa bacia hidrográfica tem como principal rio o São Francisco, que nasce na Serra da Canastra (MG) e percorre os estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe até a foz, na divisa entre esses dois últimos estados.

 

Bacia do Rio São Francisco

Informações sobre a bacia hidrográfica do Rio São Francisco, principais rios, biomas, usina hidrelétricas, localização


Introdução
A bacia hidrográfica do rio São Francisco é formada pelo Rio São Francisco (principal curso d'água) e seus afluentes. Esta bacia estende-se pelas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Ela é de extrema importância, pois é a principal fonte de água doce da região Nordeste do Brasil.


Informações Importantes:
 - Estados onde ela está presente: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal.
 - O principal rio é o São Francisco (conhecido como "Velho Chico"), que nasce na Serra da Canastra e desagua no Oceano Atlântico. Ele percorre 2.700 km.
 - Principais rios que formam a bacia: rio São Francisco (mais importante). Afluentes do rio São Francisco: rio Grande, rio Corrente, rio Paracatú, rio Paraopeba, rio Abaeté, rio das Velhas e rio Jequitaí.
- Área de drenagem: aproximadamente 640.000 km².
 - Uso dos recursos hídricos da bacia: pesca, irrigação e geração de energia elétrica através de usinas hidrelétricas.
 - Biomas presentes: Caatinga (na região nordeste da Bahia); Cerrado (entre o sudoeste de Minas Gerais e norte da Bahia); Mata Atlântica (na região da Serra da Canastra);
 - Usinas Hidrelétricas presentes: Paulo Afonso, Três Marias, Xingó, Sobradinho e Itaparica.
 - Quantidade de água recebida através das chuvas: média de 1.030 milímetros. 

Bacia Hidrográfica do Paraná: essa é a principal porção da bacia Platina (compreende os países da Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai). No Brasil, a bacia hidrográfica do Paraná possui 879.860 quilômetros quadrados, apresentando rios de planalto e encachoeirados, características elementares para a construção de usinas hidrelétricas: Furnas, Água Vermelha, São Simão, Capivari, Itaipu (a maior usina do mundo), entre tantas outras.
A Usina de Itaipu é uma das maiores do mundo e está presente na Bacia Hidrográfica do Paraná.

Características da Bacia do Paraná 
 - A Bacia do Paraná tem grande importância nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Além de servir para o abastecimento da população e de zonas agrícolas, também é de grande importância para a geração de energia e transporte fluvial.
 - O rio mais importante é o Paraná que recebe as águas de muitos afluentes como, por exemplo, rio Tietê, Paranapanema e Grande.
 - Ela abastece o reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu (maior do Brasil).
 - Sua área é de aproximadamente 879 mil quilômetros quadrados.
 - A Bacia do Rio Paraná abrange os território do Distrito Federal e mais seis estados: Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina.
 - É a bacia hidrográfica com maior capacidade instalada de geração de energia elétrica. As maiores usinas hidrelétrica instaladas em rios da Bacia do Paraná são: Itaipu, Porto Primavera e Furnas.
 - A vazão média das águas desta bacia hidrográfica corresponde a cerca de 7% do total do país.
 - A principal rota de navegação é a hidrovia Tietê-Paraná.

 Principais rios da Bacia do Paraná:
 - Rio Tietê, Rio Ivaí, Rio Paranaíba, Rio Iguaçu, Rio Grande, Rio Pardo, Rio Amambaí, Rio Aporé, Rio Verde, Rio Dourados, Rio Sucuriú, Rio Piquiri e Rio Paranapanema

Bacia Hidrográfica do Parnaíba: está presente nos estados do Piauí, Maranhão e na porção extremo oeste do Ceará, totalizando uma área de 344.112 quilômetros quadrados.
Região Hidrográfica é uma porção do território formada por uma bacia hidrográfica ou por um grupo de bacias com características físicas semelhantes. A Região Hidrográfica do Parnaíba é uma das doze regiões hidrográficas do Brasil, classificadas pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH). 

Essa região hidrográfica possui extensão territorial de aproximadamente 334 mil quilômetros quadrados, ocupando áreas dos estados do Piauí (99%), Maranhão (19%) e do Ceará (10%). A vazão média corresponde a apenas 0,5% do total do país e há uma diferença com relação à disponibilidade de água na região, porém é importante destacar que existem aquíferos com grande potencial hídrico. 

Entre os rios que integram a Região Hidrográfica do Parnaíba estão o Balsas, Poti, Portinho, Uruçuí-Preto, Gurgueia, Longá, Canindé, Piauí e o Parnaíba, principal rio dessa região. 

O Rio Parnaíba, conhecido carinhosamente como “Velho Monge”, percorre pouco mais de 1,4 mil quilômetros até atingir sua foz, no Oceano Atlântico. Durante seu trajeto natural ele é responsável pela divisa entre os estados do Maranhão e Piauí. Uma das principais atividades econômicas desenvolvidas no Parnaíba é a piscicultura (criação de peixes). 

Cerca de 3,6 milhões de pessoas residem nessa área, e muitas delas são abastecidas por esses rios. Os rios também fornecem água para a realização de atividades agrícolas e industriais. No entanto, está havendo a poluição dos corpos-d’água pelo lançamento de efluentes industriais sem o devido tratamento e pelo intenso uso de agrotóxicos.

Bacia Hidrográfica do Atlântico Nordeste Oriental: com extensão de 287.348 quilômetros quadrados, a bacia hidrográfica do Atlântico Nordeste Oriental está presente em cinco estados nordestinos: Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
Área de Abrangência 

Área Total: 287.348 km2, 3% do território brasileiro,
Países: Brasil (100%)
Estados: Piauí, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas, Pernambuco
Municípios: – 739 municípios – Recife, Fortaleza, Maceió, Natal e João Pessoa, além de grandes cidades como Caruaru, Mossoró e Campina Grande.
Clima
Tipo Climático: O clima na região é complexo e espacialmente variável, o qual resulta da combinação de diferentes sistemas de circulação atmosférica, além de fatores relacionados ao relevo e a proximidade do mar. A estabilidade climática está relacionada ao Anticiclone Subtropical, enquanto as instabilidades associadas à precipitação, ocorrem principalmente em consequência do Sistema de Circulação Perturbada do Sul, que atinge as unidades hidrográficas de Alagoas e do leste de Pernambuco; enquanto as Correntes Perturbadas de Leste, causam precipitação ao longo de toda a zona costeira no outono e no inverno.
Temperatura: Em decorrência da intensa radiação solar a temperatura anual média na região é elevada (24,5 ºC) e a variação térmica anual é baixa (5° a 2°), comum às regiões inter-tropicais.
Precipitação: A precipitação no litoral do Ceará a Alagoas apresenta médias anuais de 2.700 mm e varia até menos de 400 mm no interior da Paraíba.
Evapotranspiração: A elevada evapotranspiração determina grandes perdas para os reservatórios de acumulação, com valores que atingem índices de 3.000 mm/ano em Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.
Disponibilidade e Usos da Água: Apresenta uma vazão média do conjunto das unidades hidrográficas da ordem de 813 m³/s, ou 0,5% da vazão do País. A vazão mínima no conjunto é de 38,15 m³/s; tendo. Nesta região, a disponibilidade hídrica foi considerada igual a 30% das vazões médias das unidades hidrográficas, totalizando 244 m³/s.

Usos Potenciais
Geração de Energia: Existem apenas 11 empreendimentos hidrelétricos na região, com uma potência total de 15.118 kW (ANEEL, 2002).
Navegação: Possibilidade de navegação extremamente reduzida e/ou de porte inexpressivo na quase totalidade das unidades hidrográficas.
Pesca: Atividade pouco explorada nas bacias costeiras, predominando a prática da pesca como atividade de subsistência familiar para a população ribeirinha.
Turismo e Lazer: Essas atividades são mais desenvolvidas na orla marítima. A grande concentração de população flutuante nos pólos turísticos litorâneos e interiores configura uma grande demanda de água e de serviços de saneamento básico.
Aspectos Relevantes
Lançamento de esgotos domésticos que causam perdas ambientais e restringem usos para abastecimento. O impacto dos esgotos é mais significativo na área litorânea, uma vez que, por ter os maiores contingentes populacionais, tem lançamentos mais significativos que afetam atividades turísticas (balneabilidade das praias) e econômicas; além de aumentar o risco associado à propagação de doenças de veiculação hídrica
A expansão do turismo em áreas litorâneas tem originado muitos problemas decorrentes da falta de infra-estrutura sanitária e da ocupação indevida de áreas de proteção ambiental, com a contaminação de mananciais e o comprometimento da balneabilidade de praias.
Definir estratégias que resultem no aumento da segurança hídrica para o abastecimento doméstico e que compatibilize os múltiplos usos da água, tais como: abastecimento humano, irrigação, piscicultura, dessedentação animal, lazer e turismo em toda região hidrográfica.
Lançamento de despejos das usinas sucro-alcooleiras que comprometem a qualidade das águas.
Poluição difusa representada pelo lançamento de fertilizantes e agrotóxicos.
Retirada excessiva de água para irrigação em volumes superiores às disponibilidades.
Conflitos de ordem quantitativa com demandas potenciais acima das disponibilidades médias.
Expansão das atividades industriais e falta de controle do efluente lançado nos corpos d’água.
Definir metas específicas para compatibilizar os usos múltiplos da água, principalmente nas unidades hidrográficas a Oeste dos Estados da Paraíba e de Pernambuco, nas unidades hidrográficas Alagoanas e do Leste Potiguar.
Necessidade de implantar ou avançar no sistema de gestão de recursos hídricos.
População: 21.606.881 habitantes, 12,7% da população do País (ANA, 2002a). Seguindo a tendência urbana do País, 76% desse contingente está nas capitais e regiões metropolitanas de Recife, Fortaleza, Maceió, Natal e João Pessoa, além de grandes cidades como Caruaru, Mossoró e Campina Grande, entre outras. A população rural é de 16,4 milhões de habitantes.
Densidade Demográfica: 75 hab/km², e em toda a região estão 739 sedes municipais (13% do País). A distribuição da área da bacia nas unidades da federação é: Piauí: 1%, Ceará: 46%, Rio Grande do Norte: 19%, Paraíba: 20%, Pernambuco: 10%, Alagoas: 5%.

 Bacia Hidrográfica Atlântico Nordeste Ocidental: seus principais rios são o Gurupi, Pericumã, Mearim, Itapecuru Munim e Turiaçu. Essa bacia de drenagem possui 254.100 quilômetros quadrados, compreendendo áreas do Maranhão e Pará.
Área de Abrangência
Área Total: 254.100 km², 3% do País
Países: Brasil (100%) 

Estados: Pará (9%), Maranhão (91%)
Municípios – 223 municípios – São Luis e cidades de porte médio, tais como Balsas, Imperatriz, Bacabal, Caxias, Barra do Corda, Santa Inês, Codó e Coroatá.
Clima
Tipo Climático: O clima da região caracteriza-se como megatérmico chuvoso – quente e úmido, com pouca ou nenhuma restrição de umidade para a vegetação.
Temperatura: A temperatura média anual é da ordem de 27ºC, com variações entre 22º e 32ºC, e amplitude térmica anual baixa, características das regiões intertropicais. As regiões de cerrados são propícias à agricultura principalmente por sua temperatura constante, pela ausência de geadas, e pelas chuvas abundantes e regularmente distribuídas.
Precipitação: A precipitação apresenta valor médio anual de 1.738 mm, aumentando na unidade hidrográfica Gurupi, região de transição do cerrado para a floresta amazônica
Evapotranspiração: A evapotranspiração real tem valor médio de 1.738 mm/ano
Disponibilidade e Usos da Água: Apresenta uma vazão média de 2.514 m³/s, cerca de 1% da vazão média observada no País. As sete unidades hidrográficas que formam a Região Hidrográfica possuem rios com vazões específicas que variam entre 4,9 e 21,2 L/s/km²

Usos Potenciais

Geração de Energia: Os rios da Baixada Maranhense apresentam importância para a navegação, principalmente em seus baixos cursos, como o do Mearim e do Pindaré, que são navegáveis em cerca de 400 km e 218 km, respectivamente. A movimentação de carga nos rios da região atingiu 142.000 t, no ano 2000, e 168.000 t, em 2001, destacando-se o rio Pindaré que apresentou 40% e 30% da carga transportada, respectivamente, para estes anos.

Aspectos Relevantes
 A contaminação das águas de superfície, principalmente na região metropolitana de São Luís e em núcleos ribeirinhos, tem provocado perdas ambientais e restringido outros usos. Existe a necessidade de implementar, ampliar e melhorar os sistemas de tratamento de esgotos domésticos e industriais.
Definir metas específicas para compatibilizar os usos múltiplos da água, principalmente em trechos específicos das unidades hidrográficas dos rios Mearim e Itapecuru. Nesses trechos, pode se justificar o estabelecimento de fontes alternativas para atendimento às carências, seja a partir de água subterrânea, seja pela importação a partir de unidades hidrográficas vizinhas.
Estabelecer práticas de melhor manejo do solo que minimizem os riscos decorrentes de desmatamentos nos recursos hídricos da unidade hidrográfica do rio Gurupi.
Equacionar conflitos existentes com relação aos usos consuntivos para abastecimento humano, irrigação, suprimento industrial e dessedentação animal, apesar da potencialidade da região hidrográfica.

População: 58.898 habitantes, sendo que 63% está localizada em áreas urbanas

Densidade Demográfica: 0,7 hab/km² (muito baixa)

Bacia Hidrográfica Atlântico Leste: com extensão de 374.677 quilômetros quadrados, essa bacia hidrográfica engloba os estados de Sergipe, Bahia, Minas Gerais e Espírito Santo. Em sua região é possível encontrar fragmentos de Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e vegetação costeira.



Localização geográfica
 A bacia hidrográfica do Atlântico Leste está localizada na porção oriental dos estados de Sergipe, Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais.

Principais características:
 - Possui extensão aproximada de 374,5 mil km² (corresponde a cerca de 4,4% do território brasileiro).
 - A maior parte dos rios desta bacia é de pequeno e médio porte.
 - Grande parte dos rios desta bacia tem suas nascentes nas regiões de planalto, indo desembocar no oceano. Além dos rios, encontramos também muitos riachos e córregos nesta região hidrográfica.
 - Nas áreas desta região hidrográfica predomina o bioma de Mata Atlântica. Porém, também encontramos em menor quantidade a presença de vegetação de Caatinga e Cerrado.
 - Os principais e maiores rios da bacia do Atlântico Leste, no tocante a volume de água, são o Jequitinhonha, Pardo, Mucuri, das Contas, Paraguaçu, Salinas e Vaza-Barris.
 - Os climas predominantes nesta bacia hidrográfica são: litoral úmido (faixa litorânea), tropical semiárido (área interior norte) e tropical (área interior sul).

Bacia Hidrográfica Atlântico Sudeste: presente nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná, a região hidrográfica Atlântico Sudeste apresenta 229.972 quilômetros quadrados. Ela é formada pelo rio Doce, Itapemirim, São Mateus, Iguape, Paraíba do Sul, entre outros.

Área de Abrangência

Área Total: 229.972 km2 , 2,7% do território brasileiro
Países: Brasil (100%)
Estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro , São Paulo (25% da região Sudeste) , 5,2% do estado do Paraná
Municípios: – municípios –
Clima
Tipo Climático: Tropical de altitude com temperaturas amenas no verão; o clima é tropical úmido nas áreas litorâneas menos elevadas, com chuvas intensas no verão.
Precipitação: A precipitação média na região é de 1.352 mm/ano
Evapotranspiração: A evapotranspiração média de 803 mm/ano
Disponibilidade e Usos da Água: Apresenta uma vazão média do conjunto das unidades hidrográficas da ordem de 3.286 m³/s (2% do total do País). A disponibilidade hídrica média é de 1.012 m³/s, ou seja, 1,3% da disponibilidade média nacional (77.361 m³/s). A vazão específica nas unidades hidrográficas varia entre 7 e 20 L/s/km², sendo que a média da Região Hidrográfica é de 14,9 L/s/km².

Usos Potenciais

Geração de Energia: A geração de energia hidroelétrica na região é representada por 99 centrais hidrelétricas que totalizam uma potência de 3.788 MW (ANEEL, 2002).

Navegação: Possibilidade de navegação extremamente reduzida e/ou de porte inexpressivo na quase totalidade das unidades hidrográficas. A navegação fluvial praticamente não existe devido a um conjunto de fatores como: topografia acidentada, baixa vazão, assoreamento e reduzida extensão relativa dos rios, sistema de produção, barragens sem eclusas entre outros.

Pesca: Atividade pouco explorada nas bacias costeiras, predominando a prática da pesca como atividade de subsistência familiar para a população ribeirinha. Atividade em expansão em alguns trechos de regiões serranas.

Turismo e Lazer: Essas atividades são mais desenvolvidas na orla marítima. A grande concentração de população flutuante nos polos turísticos litorâneos e interiores configura uma grande demanda de água e de serviços de saneamento básico.

Aspectos Relevantes Lançamento de esgotos domésticos que causam perdas ambientais e restringem usos para abastecimento. O impacto dos esgotos é mais significativo na área litorânea, uma vez que, por ter os maiores contingentes populacionais, tem lançamentos mais significativos que afetam atividades turísticas (balneabilidade das praias) e econômicas; além de aumentar o risco associado à propagação de doenças de veiculação hídrica.
O histórico de uso do solo (desmatamentos, conservação inadequada e consequente erosão dos solos, exploração mineral, garimpos, extração de areia e argila na calha e margens dos rios), tem ocasionado graves problemas de degradação da qualidade da água, assoreamento e enchentes.
Elevada captação de água do rio Paraíba do Sul (aproximadamente 60% da disponibilidade hídrica no trecho de captação), devido à transposição das águas efetuada pelo Sistema Guandu e que tem a finalidade de gerar energia e abastecer grande parte do Litoral do Rio de Janeiro. Esta captação, representa mais de 92% de toda a água captada nesse rio e nos períodos de estiagem esta retirada tem contribuído para agravar a redução da qualidade da água do rio nos trechos à jusante devido à diminuição da capacidade de diluição de efluentes.
Conflitos de uso da água relacionados à sua baixa disponibilidade na unidade hidrográfica do Litoral de São Paulo, que obriga a transposição de água do Alto Tietê para atendimento da demanda e controle da intrusão salina. Promover ações que induzam à implantação e o fortalecimento institucional que permita avançar na gestão descentralizada dos recursos hídricos.

População: 25.644.396 habitantes, 15,1% da população do País, sendo que 89,7% da população vive em áreas urbanas e, especificamente nos Litorais do Rio de Janeiro e São Paulo, esse percentual atinge respectivamente 95,6% e 97,9% .

Densidade Demográfica: 111,51 habitantes por km² enquanto a média do Brasil é de 19,8 de habitantes por km². Uma das características demográficas marcantes dessa região são os significativos adensamentos populacionais, onde se destacam da Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ), com mais 3.000 hab/km², e concentrações máximas de 12.835 hab/km² em São João de Meriti. Além da RMRJ, os maiores centros urbanos encontram-se na Região Metropolitana de Vitória e na Baixada Santista.

Localização geográfica da Bacia do rio Uruguai
 A bacia do rio Uruguai está localizada na região sul do Brasil (sul de Santa Catarina, todo Rio Grande do Sul), norte do Uruguai e leste da Argentina.

Composição

 Esta bacia hidrográfica é composta pelo rio Uruguai (principal rio da bacia) e seus afluentes.

Principais afluentes do rio Uruguai: rio do Peixe, rio Chapecó, rio Peperi-Guaçu, rio Icamaquã, rio Apuauê, rio Passo Fundo, rio Ijuí, rio da Várzea, rio Quaraí e rio Inhandava.

Principais características
 - Apresenta excelente potencial hidrelétrico (geração de energia através de usinas hidrelétricas instaladas em rios).
- Abrange uma área de 385.000 km² de extensão.
- É de grande importância para a região, pois fornece, através de sistemas de irrigação, água para a agroindústria instalada na região sul do Brasil.
- Envolve 384 municípios catarinenses e gaúchos em sua extensão.
- O rio Uruguai e muitos de seus afluentes sofrem com a poluição e contaminação de suas águas. Agrotóxicos e efluentes (oriundos, principalmente, da criação de aves e porcos) são as principais fontes destes problemas ambientais.
  

Principais hidrelétricas e suas localizações
 - Usina Hidrelétrica de Itá (no rio Uruguai)
- Usina Hidrelétrica de Machadinho (no rio Uruguai)
- Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó (no rio Uruguai)
- Usina Hidrelétrica Binacional de Salto Grande (no rio Uruguai)

Curiosidade:
 - O rio Uruguai, que é o principal da região, possui 1770 km de extensão. Ele nasce na Serra Geral (divisa entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e deságua (foz) no Rio da Prata. O rio Uruguai nasce da união entre os rios Pelotas e Canoas.  

Bacia Hidrográfica Atlântico Sul: com área de 185.856 quilômetros quadrados, essa bacia hidrográfica nasce na divisa entre os estados de São Paulo e Paraná, percorrendo até o Rio Grande do Sul. Com exceção do Itajaí e Jacuí, os rios que formam essa bacia de drenagem são de pequeno porte.

Área de Abrangência
Área Total: 185.856 km², 2% do País
Países: Brasil (100%)
Estados: Paraná (3,6%),Santa Catarina (20,2%),Rio Grande do Sul (76,2%)
Municípios: – 451 municípios –
Clima
Tipo Climático: Tropical chuvoso sem estação seca e sem geada
Temperatura: As temperaturas médias anuais mais altas ocorrem no norte da região, passando de 22ºC no Paraná, para 18º C nas unidades hidrográficas do Rio Grande do Sul.

Precipitação: A precipitação anual média é de 1.573 mm e diminui de norte para sul, passando de 1.749 mm (unidade hidrográfica Litoral de Santa Catarina) a 1.381 mm (unidade hidrográfica Litoral do Rio Grande do Sul).

Evapotranspiração: A evapotranspiração anual varia entre 731 e 998 mm, com média de 872 mm Disponibilidade e Usos da Água: Apresenta uma vazão média anual de 4.129 m³/s, que representa 3% da produção hídrica do País. A vazão específica média da região é de 22 L/s/km² com forte influência do regime pluviométrico. De uma forma geral, observa-se uma tendência de diminuição das vazões específicas médias anuais no sentido norte-sul, variando desde cerca de 26,7 L/s/km², no norte, unidade hidrográfica do Litoral do Paraná, a 20,6 L/s/km², na unidade hidrográfica do Litoral do Rio Grande do Sul, no extremo sul da região.

Usos Potenciais

Geração de Energia: A maioria dos rios da região apresenta pequeno potencial para produção de energia. Em termos de obras hidráulicas, as maiores estão relacionadas a aproveitamentos hidrelétricos e irrigação, embora existam também obras para navegação e controle de cheias. Estão instalados na região, 35 empreendimentos hidrelétricos, que totalizam 1.191,72 MW. Existem 10 usinas hidrelétricas na região, que produzem 1.132,76 MW, ou seja, 95% da energia total gerada (ANEEL, 2002). De uma forma geral, as maiores obras hidráulicas estão na região do rio Itajaí (unidade hidrográfica Litoral de Santa Catarina) e se destinam ao controle de cheias, e nas regiões das lagoas dos Patos e Mirim (unidade hidrográfica Litoral do Rio Grande do Sul), ao abastecimento humano e irrigação. Nas demais sub-regiões as obras hidráulicas são pouco expressivas.

Navegação: A navegação fluvial na região está concentrada na Lagoa dos Patos e rios Taquari, Jacuí e Guaíba (RS, 600 km navegáveis). Pequenos trechos navegáveis ocorrem nas unidades hidrográficas do rio Itajaí e Litoral Sul Catarinense.

Aspectos Relevantes
Existem conflitos pontuais entre o abastecimento humano e irrigação (arroz), principalmente no trecho médio das unidades hidrográficas Guaíba, Patos, Mirim, Litoral Norte Riograndense e Litoral Sul Catarinense. Nos meses de dezembro a fevereiro (período de irrigação) as descargas naturais não atendem a demanda local. Nestas áreas é fundamental o disciplinamento do uso da água através de práticas agrícolas e de manejo da irrigação, e construção de barragens para regularização de vazões no período de maior demanda (novembro a março). Além disso, o cultivo de arroz, que ocorre em extensas áreas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, representa importante fonte de poluição difusa na região, em função do uso intensivo de insumos agrícolas.
Atividades mineradoras, com destaque para carvão (Candiota e baixo Jacuí/RS, e região de Criciúma e Tubarão/SC), argila (unidade hidrográfica do Litoral Sul Catarinense) e ouro (mercúrio no rio Camaquã/RS), provocam a contaminação de águas superficiais e subterrâneas e erosão dos solos. O problema é especialmente importante na região catarinense, onde os rejeitos da mineração de carvão provocam a acidificação dos cursos de água e contaminação da água subterrânea. São necessários programas de monitoramento do impacto das atividades mineradoras e programas de recuperação das áreas degradadas.
Os efluentes de suinocultura e avicultura são importantes fontes de contaminação das águas superficiais e subterrâneas nas unidades hidrográficas dos rios Itajaí, Pardo, Taquari e Guaíba, que deverão receber o adequado tratamento ou aproveitamento dos seus resíduos.
No verão os serviços de saneamento na orla marítima (abastecimento de água, disposição de lixo e tratamento de esgotos) se tornam deficitários, em função da sobrecarga do turismo.
      A expansão do turismo em áreas litorâneas tem originado muitos problemas decorrentes da falta de infraestrutura sanitária e da ocupação indevida de áreas de proteção ambiental, com a contaminação de mananciais e o comprometimento da balneabilidade de praias, na qual têm resultado em problemas associados às doenças de veiculação hídrica.
     Nas áreas urbanas susceptíveis a enchentes é fundamental o disciplinamento da ocupação do solo e estabelecimento de sistema de previsão de enchentes.

A contaminação das águas superficiais impacta a flora e fauna dos sistemas estuarinos, lagunares e costeiros
É fundamental a definição de estratégia para o controle e tratamento dos efluentes domésticos e industriais nas áreas de maior concentração urbana e industrial, localizadas principalmente nas unidades hidrográficas do rio Guaíba e do Litoral Santa Catarina.

Promover ações que induzam à implantação e o fortalecimento institucional que permita avançar na gestão descentralizada dos recursos hídricos.

População: 11.592.481 habitantes, 6,8% da população do país, sendo que 84,9% dela estão localizadas em área urbana.

Densidade Demográfica: 62,4 hab/km² enquanto a média do Brasil é de 19,8 hab/km². Entre os municípios, destacam-se, no contexto socioeconômico, Paranaguá, no Paraná, Joinville e Florianópolis, em Santa Catarina, Caxias do Sul, Santa Maria, Pelotas e a região metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A população da região está concentrada nas unidades hidrográficas Litoral de Santa Catarina e Guaíba

Bacia Hidrográfica do Uruguai: é composta pela junção dos rios Peixe e Pelotas. Com área de 174.612 quilômetros quadrados, essa bacia hidrográfica está presente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Possui grande potencial hidrelétrico, além de ser importante para a irrigação nas atividades agrícolas da região.

Localização geográfica da Bacia do rio Uruguai

A bacia do rio Uruguai está localizada na região sul do Brasil (sul de Santa Catarina, todo Rio Grande do Sul), norte do Uruguai e leste da Argentina.

Composição
 Esta bacia hidrográfica é composta pelo rio Uruguai (principal rio da bacia) e seus afluentes.
 Principais afluentes do rio Uruguai: rio do Peixe, rio Chapecó, rio Peperi-Guaçu, rio Icamaquã, rio Apuauê, rio Passo Fundo, rio Ijuí, rio da Várzea, rio Quaraí e rio Inhandava.

Principais características
 - Apresenta excelente potencial hidrelétrico (geração de energia através de usinas hidrelétricas instaladas em rios).
 - Abrange uma área de 385.000 km² de extensão.
 - É de grande importância para a região, pois fornece, através de sistemas de irrigação, água para a agroindústria instalada na região sul do Brasil.
 - Envolve 384 municípios catarinenses e gaúchos em sua extensão.
 - O rio Uruguai e muitos de seus afluentes sofrem com a poluição e contaminação de suas águas. Agrotóxicos e efluentes (oriundos, principalmente, da criação de aves e porcos) são as principais fontes destes problemas ambientais.

Principais hidrelétricas e suas localizações
 - Usina Hidrelétrica de Itá (no rio Uruguai)
 - Usina Hidrelétrica de Machadinho (no rio Uruguai)
 - Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó (no rio Uruguai)
 - Usina Hidrelétrica Binacional de Salto Grande (no rio Uruguai)

Curiosidade:
 - O rio Uruguai, que é o principal da região, possui 1770 km de extensão. Ele nasce na Serra Geral (divisa entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e deságua (foz) no Rio da Prata. O rio Uruguai nasce da união entre os rios Pelotas e Canoas.  

Bacia Hidrográfica do Paraguai: no Brasil, essa bacia hidrográfica está presente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, englobando uma área de 361.350 quilômetros quadrados. Tem como principal rio o Paraguai, que nasce na Chapada dos Parecis (MT). Possui grande potencial para a navegação.

Localização e informações geográficas 
 O rio Paraguai nasce no Mato Grosso, na região da Chapada dos Parecis. Ele desemboca no rio Paraná, fazendo com que este fique com uma volumosa quantidade de água. Ele é o principal afluente do rio Paraná.
 O rio Paraguai atravessa os territórios do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Ele é um dos principais rios da Bacia Platina, importante bacia hidrográfica da região sul da América do Sul.
 O rio Paraguai percorre o seguinte caminho: nasce no Brasil (Mato Grosso), percorre um pequeno trecho do território boliviano (fronteira com o Brasil), cruza o Paraguai e, por último, deságua no rio Paraná (próximo a localidade de Ilha del Cerrito, na Argentina).

Atividade econômicas

Atualmente, o rio é muito usado turisticamente, principalmente na região do pantanal mato-grossense. Em território paraguaio, ele é muito usado para a irrigação na agricultura e para a prática da pesca comercial.
 Como é um rio com poucos acidentes geográficos, a navegação também é praticada (transporte de pessoas e carga). Esta ocorre, principalmente, no trecho final de seu percurso (entre o Paraguai e a Argentina).

Guerra do Paraguai
 O rio Paraguai foi um dos principais palcos de uma das guerras mais sangrentas da América do Sul, a Guerra do Paraguai (1864 a 1870). Em suas águas ocorreram várias batalhas navais entre o Paraguai e a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai).
  
Outros dados e informações geográficas e hidrográficas:
  - Comprimento: 2.621 km
 - Percurso no território brasileiro: 1.693 km
 - Vazão média: cerca de 360 mil metros cúbicos por segundo.
 - Extensão de sua bacia: cerca de 1,1 milhão de quilômetros quadrados.
 - Altitude da nascente: 300 metros
 - Principais afluentes: rio São Lourenço, rio Taquari, rio Paraguai Mirim, rio Jauru, rio Velho e rio Sepotuba.
  
Você sabia ...
 - O nome do rio Paraguai é de origem indígena (guarani) e significa “rio grande”.

Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola


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